Mostrar mensagens com a etiqueta 2019. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 2019. Mostrar todas as mensagens
domingo, 29 de dezembro de 2019
sexta-feira, 13 de dezembro de 2019
sábado, 23 de novembro de 2019
segunda-feira, 18 de novembro de 2019
sexta-feira, 1 de novembro de 2019
Ilhéu de Vila Franca
Informação desatualizada
O ilhéu de Vila Franca do Campo já não é Reserva Natural desde 2008. Desde julho daquele ano é Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies.
Ninguém reparou ?
O ilhéu de Vila Franca do Campo já não é Reserva Natural desde 2008. Desde julho daquele ano é Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies.
Ninguém reparou ?
quarta-feira, 16 de outubro de 2019
O Dr. Guilherme Poças Falcão e o São João na Lagoa do Congro
O Dr. Guilherme Poças Falcão e o São João na Lagoa do Congro
Até à presente data não encontrei nenhum documento que me ajudasse a datar o início da tradição de comemorar o dia de São João, 24 de junho, nas margens da Lagoa do Congro, o mesmo se passando com a data em que a mesma terminou, nem as razões para que tal acontecesse.
Enquanto não encontrar prova em contrário, penso que o São João na Lagoa do Congro só terá começado depois de José do Canto ter comprado, em 1853, 9 moios de terra onde estava implantada a Lagoa do Congro, aberto vários caminhos, construído as casas e criado a sua mata ajardinada, com a ajuda do jardineiro inglês George Brown.
Em relação às casas, nos primeiros meses de 1855, foram postos vidros nas janelas, foi lajeado o seu interior e retelhadas, tendo José do Canto e a família passado alguns dias lá no verão daquele ano.
Sabe-se também que os caminhos abertos por José do Canto para além de se destinarem às plantações e à criação de pastos, também eram usados para proporcionar passeios aos seus familiares e visitantes.
Em toda a bibliografia consultada o nome que aparece associado às festas de São João na Lagoa do Congro é o do seu proprietário Guilherme de Poças Falcão (1855-1942) que sempre autorizou a utilização do espaço por parte dos vila-franquenses e de vários habitantes da costa norte que para lá convergiam a 24 de junho de cada ano.
Guilherme de Poças Falcão, natural de Ponta Delgada, formou-se em direito na Universidade de Coimbra, tendo sido advogado e exercido funções de oficial do Governo Civil do distrito de Ponta Delgada.
Para além da sua generosidade para com os vila-franquenses, o Dr. Guilherme de Poças Falcão distinguiu-se por ser sócio benemérito da Sociedade Afonso Chaves, apoiar diversas instituições de caridade bem como ajudar muitos estudantes pobres a prosseguir os seus estudos e a proteger viúvas e órfãos, de tal modo que o seu falecimento foi sentido em toda a ilha de São Miguel.
A propriedade da Lagoa do Congro, que não incluía a Lagoa dos Nenúfares que pertencia ao Conde Botelho, foi herdada pela filha de José do Canto Maria Guilhermina que era casada com o Dr. Guilherme de Poças Falcão que numa visita à mesma pensou recuperar a casa para servir de recreio.
Tudo levar a crer que terá sido no tempo Dr. Guilherme de Poças Falcão, que por vezes também participava, que começaram as festividades de São João na Lagoa do Congro. Sobre este assunto o professor José Cabral, num depoimento publicado no livro “São João da Vila”, de Eduardo Furtado, mencionou o seguinte: …Assim juntavam-se famílias que iam para a Lagoa do Congro, quando era ainda propriedade do Dr. Guilherme Poças Falcão. Toda a zona era um relvado bem cuidado onde se organizavam balhos populares e onde as pessoas se divertiam de manhã à noite”.
Terão sido alguns dos herdeiros do Dr. Guilherme de Poças Falcão, que não seguiram o seu generoso exemplo, e que pela proibição do acesso à propriedade levaram a que o São João na Lagoa do Congro terminasse.
Sobre o fim daquela salutar prática, Manuel Inácio de Melo, num texto publicado no jornal “A Vila”, em 1969, depois de escrever que ainda estava “aberta uma dívida a pagar a esse Bom Homem que foi o Sr. Dr. Guilherme Poças Falcão”, acrescentou:
“Repito, pois, Santos tempos aqueles em que se contam às dezenas as raparigas que balhavam sem haver rogos, trajando vestes garridas e chapéus de palha do nosso trigo com flores campestres. E ficamos por aqui, faleceram aqueles ricos proprietários e tudo morreu na Borda da Lagoa, que passou de um extremo a outro!”
Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 31955, 16 de outubro de 2019, p.14)
sexta-feira, 30 de agosto de 2019
sexta-feira, 16 de agosto de 2019
A produção de vinho em Vila Franca do Campo
quarta-feira, 10 de julho de 2019
PELA NÃO CONSTRUÇÃO DE UM HOTEL DE 568 CAMAS NA PRAIA DO DEGREDO EM VILA FRANCA DO CAMPO
PELA NÃO CONSTRUÇÃO DE UM HOTEL DE 568 CAMAS NA PRAIA DO DEGREDO EM VILA FRANCA DO CAMPO
Para: Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores
Em Junho de 2018, foi autorizada - através da Resolução do Conselho do Governo nº 76/2018 de 21 de Junho de 2018 - a construção de um hotel, com uma capacidade prevista de 568 camas, junto à Praia do Degredo, na freguesia de Água d’ Alto, concelho de Vila Franca do Campo.
Tal construção só é possível, porque o Decreto Legislativo Regional nº 13/2010/A suspendeu, parcialmente, o Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores (POTRAA) de 2008.
Esta suspensão permite que, na ilha de São Miguel, possa ser autorizada a construção de novos hotéis, com mais de 150 camas, mediante resolução do Governo Regional (renegando, assim, o referido Plano).
Considerando que este projecto, pela sua dimensão e localização não se adequa à realidade da ilha de São Miguel, porque:
1. O impacto ambiental da sua construção e operação numa zona costeira e sensível será demasiado para ser aceite.
2. Atenta contra a sustentabilidade do sector do turismo ao apostar na sua massificação, algo que todos os responsáveis políticos e empresariais, hoje dizem não querer, mas que ainda assim, cada vez mais se torna a realidade de São Miguel.
3. Não fora a Resolução do Governo sobre a suspensão do POTRAA de 2008, e este não permitiria aquela capacidade prevista.
4. Não poderia ser aprovado no âmbito do novo POTRAA, que esteve recentemente em consulta pública.
Os peticionários solicitam à Assembleia Legislativa da Região Autónomas dos Açores e ao Governo da Região Autónoma dos Açores que actuem no sentido de não permitir a construção deste hotel com aquela capacidade, junto à Praia do Degredo.
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT93664
sábado, 22 de junho de 2019
quarta-feira, 12 de junho de 2019
A propósito da Erva-das-lamparinas
A propósito da Erva-das-lamparinas
Depois de alguns anos à procura, finalmente encontrei no passado dia 2 de junho uma quinta onde o seu proprietário possui uma pequena plantação de erva-das-lamparinas ou erva-dos-pavios.
Desde muito pequeno conheço a planta que era cultivada por uma tia minha, Diamantina de Braga, na Ribeira Seca de Vila Franca do Campo. Há cerca de seis anos, voltei a encontrar a planta na Ribeira das Tainhas na casa de uma pessoa conhecida que me prometeu oferecer-me um pé quando chegasse a altura boa para as plantações.
Como a pessoa, entretanto, faleceu recorri à minha prima Teresinha Braga que morava na casa que outrora tinha pertencido à minha tia e a resposta foi a de que a erva teria desaparecido.
O outro contato com a planta deu-se em casa dos meus avós Manuel Soares e Maria dos Santos Verdadeiro que desde 1956 recebiam no dia 28 de cada mês a Sagrada Família. Para iluminar o quarto onde estava o nicho com a Sagrada Família, eram usados como pavios numa lamparina de azeite, os cálices da erva-das-lamparinas, depois de secos.
Este ano, depois da visita referida, comecei a investigação acerca do nome da planta ou plantas usadas como pavios, a sua origem e para que outros fins pode ser utilizada..
A primeira conclusão a que cheguei é a de que são usadas como pavio, mais do que uma espécie do género Ballota, nomeadamente a Ballota nigra que existe na Europa, no Sudoeste da Ásia e na Região Mediterrânica e terá sido introduzida nos Açores e a Ballota hirsuta que também existe na Região Mediterrânica e foi introduzida nos Açores.
Nos Açores, existe uma subespécie da Ballota nigra, a Ballota nigra subsp. uncinata cuja presença já é referida por Ruy Telles Palhinha no seu Catálogo das Plantas Vasculares dos Açores, publicado em 1966 pela Sociedade de Estudos Açorianos Afonso Chaves.
A Ballota nigra, que pertence à família das Lamiaceae é conhecida cá pelo nome de marroio-negro, é usada para fins medicinais em vários locais do mundo e também nos Açores.
Yolanda Corsepius, no seu livro Plantas Medicinais dos Açores, editado em 1997, escreve que esta planta, que naturalmente pode ser encontrada junto a muros e sebes, tem as seguintes propriedades e indicações: “calmante-insónias, nervosismo; antiespasmódica; colerética.”
Maria Manuela Magalhães da Silva, num trabalho de fim de curso, apresentado na Universidade dos Açores em 1992, por seu lado escreve que o marroio-negro nos Açores para além de cultivado pode ser encontrado em depósitos pedregosos.
Quanto ao seu uso, Maria Manuela Silva diz que é “calmante nas perturbações de origem nervosa (depressão, enxaqueca, neurastenia, estados ansiosos e outras afeções nervosas ou psíquicas. É também um diaforético. Em aplicações externas, as compressas de marroio aliviam as dores reumatismais”.
Nos Açores. Também, existe o marroio-branco (Marrubium vulgare) que consta da lista das plantas usadas na medicina popular publicada no número 17 do Boletim da Comissão Reguladora dos cerais do Arquipélago dos Açores, relativo ao ano de 1953. De acordo com o autor do trabalho, Silvano Pereira, aquela planta também denominada marrolho aparecia sobretudo “nos matos e incultos”, sendo “a infusão das suas folhas…aconselhada para combater a icterícia”.
Teófilo Braga
(Correio dos Açores,31850, 13 de junho de 2019, p.16)
segunda-feira, 3 de junho de 2019
quarta-feira, 29 de maio de 2019
Simplício Gago da Câmara e a agricultura micaelense
Simplício Gago da Câmara e a agricultura micaelense
Na semana passada dediquei o texto a Simplício Gago da Câmara, tendo mencionado, entre outros aspetos da sua vida, o seu contributo para a reflorestação da ilha de São Miguel. Neste texto, darei a conhecer o seu contributo para o desenvolvimento da agricultura.
Vila Franca do Campo foi um concelho com grandes quintas de laranjeiras, tendo a sua apanha sido magistralmente descrita pelos irmãos Joseph e Henry Bullar no seu livro “Um inverno nos Açores e um verão no Vale das Furnas”. Simplício Gago da Câmara foi, segundo Luís Arruda, produtor e exportador de laranja, tendo introduzido em São Miguel “a laranja dita sevilha, a partir de sementes obtidas em Londres”.
Simplício Gago da Câmara não era um mero produtor de laranjas, ou um agricultor passivo. Pelo contrário, tal como estudava muito sobre História Natural também observava com pormenor as plantações e experimentava. Assim, de acordo com um texto publicado no nº 7 d’O Agricultor Micaelense, verificando que possuía uma laranjeira enfezada que não reagia a qualquer tratamento resolveu “decotá-la para que rebentasse com mais força e que, traçando-a a meio do tronco, observara que o âmago estava todo negro, e azougado, o que não tinha dúvida de atribuir ao defeito proveniente da mergulhia”.
Na Gorreana, para além da plantação de matas com pinheiros, giestas e criptomérias, Simplício Gago da Câmara também cultivou chá e iniciou a sua industrialização.
Simplício Gago da Câmara foi produtor de vinho, a partir de videiras que possuía sobretudo no seu prédio do Convento. Para além dos terrenos do Convento, importa referir que depois de adquirir o ilhéu de Vila Franca do Campo, Simplício Gago da Câmara fez plantações de vinhas que perduram até ao século passado.
A criação de gado bovino também foi uma das atividades desenvolvidas por Simplício Gago da Câmara como se pode depreender de uma nota publicada no número dois d’ O Agricultor Micaelense. Com efeito, o autor do texto menciona o cultivo de beterraba que servia de alimento para os porcos, para os bois d’engorda, para as vacas de leite, para todos os animais” e acrescenta que “em Vila Franca o Sr. Simplício Gago está dando há mais de três meses, uma arroba de beterrabas por dia a cada um dos vários bois que prepara para o açougue e outro tanto às suas vacas e porcos, com o que têm medrado a olhos vistos..”
O cultivo do linho também foi experimentado por Simplício Gago da Câmara, como demonstra o relato de uma reunião da Sociedade Promotora da Agricultura Micaelense realizada 11 de dezembro de 1848. Assim, na reunião referida, presidida por José Jácome Correa, aquele expôs “uma amostra de linho com seis palmos de comprido, de semente originária de Riga”.
Simplício Gago da Câmara também se preocupou com o cultivo do trigo e com os trabalhos associados à debulha. Assim, de acordo com um texto publicado n’ O Agricultor Micaelense nº 7, ele introduziu “umas pequenas máquinas de debulhar, portáveis e movidas por dois homens”. Ainda no que diz respeito a maquinaria para aligeirar o trabalho no campo, é atribuída a Simplício Gago da Câmara uma máquina a vapor existente em São Miguel que era multifuncional, pois tanto servia para moer trigo ou milho como para serrar madeira.
Não sabemos se teve concretização, mas Simplício Gago da Câmara projetou a introdução de “um moinho de azeite, movido a vapor, e uma prensa hidráulica para a expressão do óleo”. De acordo com o texto publicado no primeiro número d’ O Agricultor Micaelense, “ a importante introdução a que aludimos será o mais forte incentivo e fomento de uma cultura abandonada entre nós [a produção de sementes oleaginosas] mas de incontestável e reconhecida vantagem entre os estranhos”.
Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 31839, 30 de maio de 2019, p 13)
terça-feira, 28 de maio de 2019
segunda-feira, 27 de maio de 2019
Açores- natureza morta
Açores- natureza morta
A imagem do Largo do pelourinho, rebatizado de Largo Dr. José Medeiros Ferreira, em Vila Franca do Campo, mostra o horror que autarcas de todos os lugares têm à terra e o seu ódio às flores que só são úteis para uso em discursos hipocritamente ambientalistas.
Cinzentões, preferem a ditadura do cinzento!
sábado, 25 de maio de 2019
ANTÓNIO GUILHERME FRANCISCO
ANTÓNIO GUILHERME FRANCISCO
Na Estação do Metro do Chiado, em Lisboa, encontra-se um Memorial de Homenagem aos milhares de presos políticos do Estado Novo.
De entre os cidadãos que a PIDE prendeu, torturou e acusou, em número de 2 presos políticos por dia durante 48 anos, está o morador em Vila Franca do Campo António Guilherme Francisco.
quinta-feira, 23 de maio de 2019
A propósito de Simplício Gago da Câmara
A propósito de Simplício Gago da Câmara
Através da leitura do livro “Alguns aspectos de intervenção humana na evolução da paisagem da ilha de S. Miguel “Açores” da autoria do arquiteto paisagista José Marques Moreira, especialista em plantas ornamentais e uma referência como pedagogo, tomei conhecimento de que associado aos nomes de José do Canto, António Borges e José, Jácome Correa está Simplício Gago da Câmara, morador em Vila Franca do Campo, como responsáveis pela grande introdução de exóticas na ilha de São Miguel.
De acordo com Marques Moreira, a introdução referida ocorreu sobretudo a partir de 1853, mas enquanto os primeiros adquiriram as espécies, “originárias da América Central, ilhas do Pacífico, das costas Africanas, da Austrália e da Nova Zelândia”, em viveiristas de França, Bélgica e Inglaterra, Simplício Gago da Câmara mandava-as vir diretamente da Austrália.
Muito conhecidos José do Canto, António Borges, José Jácome Correa sobretudo pelos jardins que deixaram, Simplício Gago da Câmara é quase desconhecido da maioria das pessoas, pelo que importa recordar alguns aspetos da sua vida.
Simplício Gago da Câmara, proprietário rico e aventureiro que foi para a Austrália para explorar ouro, nasceu em Ponta Delgada a 19 de maio de 1808 e faleceu na mesma cidade a 7 de agosto de 1888.
A ida para a Austrália para explorar jazigos de ouro destinava-se, segundo o seu trineto José Gago, a fazer fortuna para “obter os meios de estabelecer novas indústrias e desenvolver a sua terra natal”. Se é certo que a exploração de ouro foi um fracasso, não é menos certo que o tempo em que Simplício Gago da Câmara esteve na Austrália permitiu que ele, apaixonado pela História Natural, observasse e estudasse a fauna e a flora locais, ao mesmo tempo que já selecionava as espécies da flora australiana que poderia levar para São Miguel.
Depois de ter ganho algum dinheiro como barbeiro e hortelão na Austrália, Simplício Gago da Câmara regressou a São Miguel trazendo consigo plantas e ou sementes de eucaliptos, acácias e araucárias.
De acordo com José Gago, Simplício Gago da Câmara oferecia às centenas ou aos milhares as plantas que obtinha nos seus viveiros localizados no prédio do Convento, em Vila Franca do Campo, e ele próprio plantava em matas em São Brás e na Fajã do Calhau. Para além das espécies já referidas, Simplício Gago da Câmara plantou, em terrenos localizados por cima da Gorreana, pinheiros, giestas e criptomérias.
Outra aventura em que se meteu e que se traduziu em mais um fracasso foi a da pesca do bacalhau. Com efeito, tentando introduzir a pesca do bacalhau nos Açores, em vez de comprar um navio no continente decidiu aproveitar as madeiras que possuía nas suas matas mandando construir um barco no Porto Formoso. Tendo partido para a Terra Nova, onde a pesca foi proveitosa, acabou por perder quase todo o bacalhau apanhado ao trazê-lo para Vila Franca do Campo para o secar.
Em termos de participação cívica, Simplício Gago da Câmara esteve ligado à Sociedade Promotora da Agricultura Micaelense que teve como principal dinamizador o seu primo José do Canto, à Santa Casa da Misericórdia de Vila Franca do Campo e à Associação das Escolas Móveis.
Agricultor, sendo produtor de vinho e produtor e exportador de laranja, Simplício Gago da Câmara foi membro da Sociedade Promotora da Agricultura Micaelense, tendo sido secretário da comissão vinícola.
Dirigiu com sucesso durante quatro anos a Santa Casa da Misericórdia de Vila Franca do Campo, tendo, entre outras iniciativas, contratado dois médicos. Apesar disso, tal não impediu que viesse a ser vítima de uma “demissão injusta e violenta”.
Simplício Gago da Câmara, generoso como era, foi um dos principais contribuintes da Associação das Escolas Móveis.
Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 31835, 24 de maio de 2019, p. 16)
terça-feira, 21 de maio de 2019
sábado, 18 de maio de 2019
terça-feira, 14 de maio de 2019
Subscrever:
Mensagens (Atom)















